Seja bem-vindo a Bamboletras!

PRINCESAS: PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE FEMININA NO IMAGINÁRIO DE CONSUMO

R$25,00
“Era uma vez...” Um livro se abre. Um filme começa. Uma história conta dificuldades e superações. Uma figura se torna o espelho para uma criança cuja identidade está em formação. Enredos seculares, imagens cativantes, canções que emocionam: tudo é feito para arrebatar. Personagens com os quais nos identificamos formam nosso ideal de “eu”. Por mais de cinquenta anos, Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida ensinaram várias gerações que uma princesa, a moça perfeita, modelo de ser, é nobre, boa, cuidadosa, amiga, prestativa, bela e asseada. Perguntar por que meninas, e alguns meninos, querem ser “princesas”, é pensar o que induz as pessoas a almejarem determinados modos de vida, mesmo quando inatingíveis. Desde os anos 1980, analisar como produções criam mitos subjetivos se torna uma relevante pauta educacional e os estereótipos, modelos de ser e viver, passam a ser discutidos. Personagens acabam sendo reinventados porque padrões mudam. Princesas ogras, princesas sem príncipes, princesas indígenas, princesas sereias, princesas africanas, princesas que amam bibliotecas: ainda assim as princesas continuam indo para cozinha, as princesas são obrigadas a arrumar bagunça, princesas não podem deixar de esfregar o chão. Princesas têm muitas cores de pele, mas ainda são prioritariamente magras, ágeis e esguias, se apresentam como vencedoras que superam desafios, companheiras fiéis e jovens cheias de “encanto”. Apesar das figuras variarem, as lições continuam as mesmas. Aprender a lição é descobrir o “felizes para sempre”.
Descrição
“Era uma vez...” Um livro se abre. Um filme começa. Uma história conta dificuldades e superações. Uma figura se torna o espelho para uma criança cuja identidade está em formação. Enredos seculares, imagens cativantes, canções que emocionam: tudo é feito para arrebatar. Personagens com os quais nos identificamos formam nosso ideal de “eu”. Por mais de cinquenta anos, Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida ensinaram várias gerações que uma princesa, a moça perfeita, modelo de ser, é nobre, boa, cuidadosa, amiga, prestativa, bela e asseada. Perguntar por que meninas, e alguns meninos, querem ser “princesas”, é pensar o que induz as pessoas a almejarem determinados modos de vida, mesmo quando inatingíveis. Desde os anos 1980, analisar como produções criam mitos subjetivos se torna uma relevante pauta educacional e os estereótipos, modelos de ser e viver, passam a ser discutidos. Personagens acabam sendo reinventados porque padrões mudam. Princesas ogras, princesas sem príncipes, princesas indígenas, princesas sereias, princesas africanas, princesas que amam bibliotecas: ainda assim as princesas continuam indo para cozinha, as princesas são obrigadas a arrumar bagunça, princesas não podem deixar de esfregar o chão. Princesas têm muitas cores de pele, mas ainda são prioritariamente magras, ágeis e esguias, se apresentam como vencedoras que superam desafios, companheiras fiéis e jovens cheias de “encanto”. Apesar das figuras variarem, as lições continuam as mesmas. Aprender a lição é descobrir o “felizes para sempre”.
Detalhes do Produto
Autor PAOLA ZORDAN
Tradutor Não
Ano de Edição 2019
Editora CRV
ISBN 9788544434499
Ano 2019
Edição 1
Origem Nacional
Formato Livro
Encadernação Brochura
Idioma Português
País Brasil
Páginas 166
Altura 14cm
Comprimento 21
Largura 1
Peso 220g
Comentários

Queremos saber sua opinião

Produto: PRINCESAS: PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE FEMININA NO IMAGINÁRIO DE CONSUMO

Como você avalia este produto? *

  1 estrela 2 estrelas 3 estrelas 4 estrelas 5 estrelas
Qualidade
Preço
Aprovação
Tags do Produto

Tags do Produto

Use espaços para separar as tags. E aspas simples (') para frases.

Carregando...

Sua privacidade

Nós respeitamos muito sua privacidade. O site utiliza cookies e tecnologias semelhantes para oferecer conteúdos e ofertas personalizadas para você. Você pode entender melhor como nós utilizamos cookies em nossa política de privacidade.